Um novo marco na medicina reprodutiva! Grace Bell, nascida sem útero, tornou-se a primeira mulher no Reino Unido a conceber e dar à luz com seu próprio material genético após um transplante revolucionário. Este feito não só oferece esperança a milhares, mas também levanta questões cruciais sobre acesso, custos e a ética da inovação. O que significa essa fronteira para o futuro da saúde e da autonomia reprodutiva? Um passo audacioso rumo a novas escolhas, exigindo reflexão coletiva para 2026 e além.
[Filosofia, Comportamento, Comunicação]